Unidade em Três Dobras

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Uma esposa pode considerar as outras como irmãs e podem viver muito bem

Porém por causa da dureza do coração de algumas mulheres nós explicamos porque a poligamia é um direito natural. O instinto sexual e a função de reprodução diferem entre o macho e a fêmea. Podendo o homem ter muitos filhos em um ano e a mulher apenas um, Deus colocou no homem o instinto da poligamia. Se no mundo houvesse um só homem e muitas mulheres, ele ficaria esperando um ano para ter outro filho com a mesma mulher? Poderia morrer durante esta espera. Portanto a poligamia é uma lei biológica necessária para perpetuação da espécie. Portanto este direito por ser natural deve constar em todas legislações mesmo que por acaso não venha ser praticado por ninguém. E como tal, para Deus não estar pecando não poderia faltar na lei de Deus revelada a Moisés. Se a poligamia não fosse direito, Jesus não se faria representar numa parábola como um homem de dez mulheres (Mat 25:1-13), nem o próprio Deus se passaria como um homem de duas mulheres: uma que representava o reino de Judá, e a outra era o reino de Israel (Eze 23:1-4), e Deus em não teria dito que "Sete mulheres naquele dia lançarão mão de um só homem, dizendo: Nós comeremos do nosso pão, e nos vestiremos de nossos vestidos; tão somente queremos ser chamadas pelo teu nome; tira o nosso opróbrio" (Isaías 4:1). A diferença de sexos foi criada para perpetuação da espécie humana. Se o homossexualismo, o casamento de indivíduos do mesmo sexo, é condenado porque não gera filhos, a poligamia é o direito mais indicado porque o homem polígamo pode gerar mais filhos por ano que o homem casado com uma só mulher. Assim como o patrão pode ter muitos empregados, o comerciante muitos fregueses, o artista muitos espectadores, o professor muitos alunos, assim também o marido pode ter várias esposa. São bens coletivos para os empregados, os fregueses, os espectadores, os alunos, e as esposas. Em todo relacionamento um dos elementos é único e o outro multiplicável: tronco e os galhos, o bule e as xícaras, o marido e as esposas. Proibir um homem de ter mais de uma mulher é como proibir um pai atender outras filhas, proibir uma mulher de ser mais outra de um homem casado é como impedir outras irmãs serem atendidas pelo mesmo pai. Tudo pode ser aceito sem prejuízo algum tanto no caso de filhas como de esposas para o bem de todos. É uma questão de costume. Uma esposa pode considerar as outras como irmãs e podem viver muito bem cada uma cooperando com as outras.